Aluguel atrasado? Veja as soluções que podem te salvar
De acordo com dados do Censo 2022, cerca de 42,2 milhões de pessoas vivem em imóveis alugados no Brasil, o que corresponde a pelo menos 20,9% da população. E embora trate-se de uma cobrança mensal, que já deve estar enquadrada entre as despesas ordinárias, ela infelizmente não está isenta de atrasos pelos mais diversos motivos....
De acordo com dados do Censo 2022, cerca de 42,2 milhões de pessoas vivem em imóveis alugados no Brasil, o que corresponde a pelo menos 20,9% da população.
E embora trate-se de uma cobrança mensal, que já deve estar enquadrada entre as despesas ordinárias, ela infelizmente não está isenta de atrasos pelos mais diversos motivos.
Vale lembrar que deixar de pagar o aluguel pode trazer sérias consequências legais e financeiras, que vão de penalidades financeiras, como multa e juros em mensalidades posteriores, a atos mais radicais, como cobranças judiciais e ordens de despejo.
Embora tentar negociar diretamente com o locador seja uma das opções primordiais para este tipo de situação, nem sempre isso é possível. Por conta disso, existem algumas soluções legais, financeiras e sociais que podem ajudar a resolver o problema. Confira:
Rescisão de contrato
Caso não seja possível manter a locação, a rescisão de contrato pode ser uma saída funcional para ambas as partes, desde que seja feita de forma consensual e amigável.
Em um acordo ideal, a multa de rescisão pode ser dispensada, mas é essencial encerrar a locação antes do prazo. E para garantir a integridade e a proteção jurídica da decisão, é ideal documentar tudo o que for acordado por escrito.
Auxílios governamentais
Pessoas em situação de vulnerabilidade tem a opção de buscar modalidades de aluguel mais acessíveis através do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) mais próximo.
As duas mais conhecidas são o Auxílio Aluguel, voltado para vítimas de desastres, remoções ou áreas de risco, ou o Aluguel Social, que atende famílias de baixa renda, devidamente cadastradas no CadÚnico.
Troca de dívidas
Plataformas como a meutudo podem oferecer linhas de crédito específicas para quem está inadimplente, com condições mais adequadas à realidade do solicitante.
Desta forma, é possível "trocar" a dívida impagável por uma mais acessível, que se adeque à realidade financeira atual do inquilino.
FGTS
Desempregados ou funcionários com contratos de trabalho rescindido podem utilizar o FGTS para quitar parte das dívidas, inclusive as relacionadas à moradia.
Contudo, para ter acesso ao valor, é necessário estar há mais de 3 anos fora do regime CLT e ter a certeza de que há saldo disponível na conta vinculada. Caso positivo, basta apresentar a documentação comprovando a dívida habitacional.
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